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domingo, 1 de abril de 2012

Desabafo.

Não há outra forma de escrever isto, por isso vou ser direta e fria. Não tinhas o direito de me pôr nesta posição! Sim, eu gosto dele, mas como amigo. Desculpa… mas foste tu que quiseste fazer de cupido e de te meter nesta história. E se achas que estou a ser estúpida por não deixar as coisas andar para a frente, compreende que só faço isto porque não me sinto confortável e porque não quero que ele saia disto magoado. Não suporto a ideia de o magoar. Desculpa, mas vou fazer as coisas à minha maneira. 

domingo, 11 de março de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Goodbye to the roses on your street...

"... e ela fingia-se de chateada, enquanto ele a picava com sorrisos malandros e gracinhas de menino pequenino. Embora não conseguisse fingir, ela dava o seu melhor, tentando forçar o ar sério que se desvanecia com o riso que se tentava formar nos lábios. Encostava a testa nas costas nuas dela, enquanto a sentia dar aquele seu risinho tímido tão característico. Abraçou-a, uma última vez, e libertou-a (…)
Viu-a chegar, mais uma vez, de mão dada com ele. Forçava o sorriso e mandava uma piada para o ar fazendo com que ela se risse imenso. Meu deus, como ele adorava aquele riso que lhe provocava tanta dor. Agora tudo doía, mas o que lhe doía mais era a alma. Ali sentado no banco de jardim, bebia a sua cerveja e tentava distrair-se falando sobre assuntos que não lhe interessavam e que não parecia fazer sentido na sua cabeça. Só conseguia pensar nela e o que faria se, ao menos, estivesse no lugar dele. Mas ele perdeu-a, infantilmente, mas perdeu. Massacrava-se por não lhe ter mostrado o quão ela era importante para ele. Agora vivia condenado a vê-la ser feliz, longe dele. Se ele ao menos soubesse o quão infeliz ela seria…”

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Not a love story.

"Ele toma conta de nós. Primeiro, a alegria. Depois? O medo. Dentro de mim. Por dentro de ti? Questiono o meu poder. Estou certa, quase sempre sei onde acabo. Dentro de ti? Raro ficar. O meu lugar será este? Mais uma dança, um momento fraco e uma tempestade. Tempo. Demasiado e por fim… Vejo que o tempo não parou. Voltas? Ocasionalmente. Volto a amar-te? Sempre. O meu amor terá fim? Com toda a certeza. Uma luz. Será ele? Estou certa que não. Quem será? Entrou a medo. Um conforto nos seus olhos. Nunca tinha notado. Deixo que entre e peço permissão para fazer o mesmo. Temos todo o tempo do mundo. Desta vez não há certezas. Amor? Talvez um dia. Espero que sim."

domingo, 16 de outubro de 2011

Now we are cool.

"...Adoro o facto de conseguirmos ser amigos, depois de tudo. Os suplícios da vida e os episódios menos felizes são aqueles que mais nos ajudam a crescer e a ser fortes, e foi contigo que eu aprendi que a vida nem sempre, ou muito raramente, é um mar de rosas. (...) Éramos tão estúpidos e imaturos, discutíamos por tudo e por nada, amuávamos e deixávamos de falar, nem uma conversa decente conseguíamos ter, e agora...as voltas que a vida dá. Prefiro assim..."