Estou ansiosa para que estes meses passem depressa. Quero o verão… Porque o verão é sinonimo de festivais. Quero concertos, quero calor, quero correrias para apanhar comboios, metros e autocarros. Quero o delírio de ouvir as nossas músicas favoritas ao vivo. Quero paixão, quero alegria, quero esquecer os estudos e enlouquecer. QUERO VIAJAR!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
awesome person is awesome!
Só para que conste...És uma das melhores pessoas que conheço. Obrigada por tudo e obrigada por seres o meu melhor amigo.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Isn't it ironic ... don't you think?
"Well life has a funny way of sneaking up on you when you think everything's okay and everything's going right.
And life has a funny way of helping you out when you think everything's gone wrong and everthing blows up in your face"
domingo, 25 de dezembro de 2011
Society, you're a crazy breed
“It is easy, when you are young, to believe that what you desire is no less than what you deserve, to assume that if you want something badly enough, it is your God-given right to have it."
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Vem sentar-te comigo...
Vem sentar-te comigo (...), à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassossegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassossegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o...
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o...
Ricardo Reis
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